segunda-feira, 31 de março de 2014

Por que Jesus morreu na cruz?





A cruz de Cristo não foi um acidente, mas um apontamento de Deus desde a eternidade. Cristo veio para morrer. Ele foi morto desde a fundação do mundo. Ele nasceu para ser o nosso substituto, representante e fiador. A cruz sempre esteve incrustrada no coração de Deus, sempre esteve diante dos olhos de Cristo. Ele jamais recuou da cruz. Ele marchou para ela como um rei caminha para a coroação. O amor de Deus por nós é eterno. A causa do amor de Deus está nele mesmo.

Em sua mensagem no dia de Pentecostes, Pedro afirmou esta verdade quando disse que Jesus fora “entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus” (At 2.23). Pedro se achava presente quando tudo aconteceu; ele sabia que o Calvário não foi uma surpresa para Jesus. Anos mais tarde, quando escreveu a sua primeira epístola, Pedro chamou Jesus de Cordeiro que foi “conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo” (1Pe 1.20). Pode alguma coisa ser mais clara? [1].

Apesar de Jesus ter se dado em nosso lugar, e isso é claro como temos visto até aqui, no entanto nós somos culpados por sua morte na cruz. É muito fácil culpar o povo judeu, Herodes, Pilatos e até os soldados romanos, mas saiba de uma coisa, se nós estivéssemos no lugar deles teríamos feito a mesma coisa. Deveras, nós o fizemos. Pois sempre que nos desviamos de Cristo, estamos “crucificando” para nós mesmos o Filho de Deus, e o “expondo à ignomínia” (Hb 6.6). Nós também sacrificamos Jesus à nossa ganância como Judas, à nossa inveja como os sacerdotes, à nossa ambição como Pilatos. Estávamos lá quando crucificaram o meu Senhor. Não apenas como espectadores, mas também como participantes, participantes culpados, tramando, traindo, pechinchando e entregando-o para ser crucificado. Como Pilatos, podemos tentar tirar de nossas mãos a responsabilidade por meio da água. Mas nossa tentativa será inútil quanto foi a dele [2].

A pergunta persiste, porque Cristo morreu na cruz?

Em primeiro lugar Cristo morreu na cruz do Calvário para nos dar vida. Jesus no Evangelho de João 10.10 nos diz que Ele veio para nos dar vida e vida em abundância. Só necessita de vida quem está morto e o apóstolo Paulo nos fala em Ef 2.1: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados”. A condição do homem sem Deus é desesperadora. O diagnóstico que Paulo faz se refere ao homem caído em uma sociedade caída em todos os tempos e em todos os lugares. Esse é um retrato da condição humana universal. O pecado não é uma dessas enfermidades que alguns homens contraem e outros não. É algo em que todo ser humano está envolvido e de que todo ser humano é culpado [3]. A Bíblia nos fala que “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23a), e não há graus de morte, só graus de decomposição. O pecador perdido que diz: “Não sou tão mau quanto outras pessoas”, não está captando a mensagem. A questão não é decadência, é morte [4]. Jesus morreu para que tivéssemos vida! Mas se o salário do pecado é a morte, nos diz Rm 6.23b que “o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. O pecado paga salários a seus escravos – e o salário é a morte. Deus nos dá, não salário, mas algo melhor e muito mais generoso: por sua graça, ele nos dá a vida eterna como dom – a vida eterna que nos pertence por nossa união com Cristo [5]. A palavra grega Charisma, por sua vez, é uma dádiva da graça de Deus. Portanto, se estamos prontos a receber aquilo que merecemos, só pode ser a morte; já a vida eterna é uma dádiva de Deus, inteiramente gratuita e absolutamente imerecida. Ela se alicerça unicamente na morte expiatória de Cristo, e a única condição para recebê-la é que nós estejamos em Cristo Jesus nosso Senhor, isto é, unidos pessoalmente a Ele pela fé [6].

Em segundo lugar Cristo morreu na cruz do Calvário para vivermos para Ele. No momento em que me uno a Cristo eu estou me rendendo a Sua vontade, como disse o apóstolo Paulo em Gl 2.19,20: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”. Uma coisa é ter Cristo como Salvador outra é tê-lo como Senhor. Um bom exemplo disso nós também encontramos em 2Co 5.14,15: “Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou”. Porque Cristo morreu por nós, agora devemos viver para Ele. Isso é serviço. O Salvador não morreu por nós para vivermos uma vida egoísta e centrada em nós mesmos, mas morreu para vivermos para Ele. Obviamente, não servimos a Cristo para sermos salvos, mas porque já fomos salvos. As nossas boas obras não são a causa da nossa salvação, mas sua consequência [7].

Em terceiro lugar Cristo morreu na cruz do Calvário para que pudéssemos viver com Ele. O céu sempre foi real para Jesus, “o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (Hb 12.2). Foi a sua visão do céu que o sustentou quando a caminhada se tornou árdua. Séculos antes, a garantia do céu encorajou Abraão, Isaque e Jacó. Eles mantiveram os olhos fixos na cidade e país que Deus estava preparando para eles (Hb 11.13-16) [8]. Jesus em seu ministério sempre procurou renovar no coração de seus discípulos essa viva esperança.

Notas

[1] Wiersbe, W. Warren. O Que As Palavras da Cruz Significam Para Nós, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ, 2001: p. 11.

[2] Stott, John R. W. A Cruz de Cristo. Ed. Vida, São Paulo, SP, 9ª impressão 2002: p. 51.

[3] Lopes, Hernandes Dias. Efésios, Igreja, a noiva gloriosa de Cristo. Ed. Hagnos, São Paulo, SP, 2010: p. 48.

[4] Wiersbe, W. Warren. O Que As Palavras da Cruz Significam Para Nós, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ, 2001: p. 25.

[5] Lopes, Hernandes Dias. Romanos, o evangelho segundo Paulo. Ed. Hagnos, São Paulo, SP, 2010: p. 254.

[6] Stott, John R. W. Romanos. Ed. ABU, São Paulo, SP, 2007: p. 222.

[7] Lopes, Hernandes Dias. 2 Coríntios, O triunfo de um homem de Deus diante das dificuldades. . Ed. Hagnos, São Paulo, SP, 2008: p. 134.

[8] Wiersbe, W. Warren. O Que As Palavras da Cruz Significam Para Nós, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ, 2001: p. 40.

FONTE: http://www.napec.org/apologetica/por-que-jesus-morreu-na-cruz/

Jesus morreu por todos ou apenas pelos eleitos?



- Existe uma questão que me deixa bem confuso. Alguns grupos crêem que Jesus morreu somente pelos eleitos. Outros dizem que Ele morreu por todas as pessoas. E então? Um amigo meu, (da igreja Y), cita João 10,15 como prova da expiação limitada (Anônimo).


Cristo morreu por todos. A idéia de que ele morreu apenas pelos eleitos, por alguns, provém do Calvinismo. A Bíblia ensina que Deus deseja a salvação de todos os homens (1Timóteo 2,4-6). A noção de uma expiação apenas pelos eleitos sugere o inverso. A Escritura também ensina que a morte de Cristo é uma propiciação "pelos nossos pecados, mas não apenas pelos nossos, mas de todo o mundo" (1João 2,2).

Obviamente, isso não significa que, apenas porque Deus possui um desejo salvífico universal, todos serão salvos necessariamente. Deus permite que as pessoas, usando de seu livre arbítrio, rejeitem a Sua graça. Ainda que Cristo tenha redimido toda a raça humana (=redenção objetiva), sua obra precisa ser aplicada aos indivíduos (=redenção subjetiva). É esta redenção individual que pode ser contrariada pelo homem.

A passagem da Bíblia que seu amigo citou - João 10,15 - não oferece apoio à doutrina calvinista da expiação limitada. É verdade que Jesus morreu pelo seu rebanho, mas este versículo não diz que Ele morreu apenas pelo seu rebanho ou que Ele morreu para tornar os benefícios da salvação disponíveis somente para o seu rebanho.

A respeito disto, cuidado especial deve ser tomado para determinar o que a Bíblia está realmente afirmando, ao contrário do que os defensores da expiação limitada pretendem afirmar. Verifique o versículo bíblico de João 3,16; ele diz: "De fato, Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna". Observe que este versículo diz que Deus "amou o mundo", não apenas o eleito. Você pensaria que isto abre um enorme abismo no argumento da expiação limitada, não?

Mas os proponentes da expiação limitada apontam para a parte do versículo que diz: "todo o que nele crer". Eles argumentam que isto se refere ao eleito. A partir disto, concluem que Deus enviou o seu Filho ao mundo para salvar apenas o eleito.

Porém, a disposição contrária a esse argumento se encontra no próximo versículo: "Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por Ele" (João 3,17). Assim, de acordo com a Bíblia, Deus enviou o seu Filho para tornar possível a salvação do mundo inteiro, não apenas de um pequeno subconjunto de pessoas, ainda que nem todos desejem se disponibilizar para essa redenção.

FONTE: http://www.veritatis.com.br/respostas-catolicas/7617-jesus-morreu-por-todos-ou-apenas-pelos-eleitos

sexta-feira, 28 de março de 2014

Religião e boas obras não salvam ninguém. Jesus sim!


Texto adaptado por Macos Peter Soares

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” Efésios 2: 8-9

A Bíblia ressalta bastante que a salvação é pela graça. Você já se perguntou o porque disso? Pois é, acredito que seja para que não haja nenhum mérito nosso e para que não possamos dizer “Eu me salvei” ou “Nós nos salvamos”. Ninguém salva a si mesmo no contexto bíblico. Todos nós somos salvos unicamente pela graça de Deus, mediante a fé.

Essa graça, diz a Bíblia, se manifestou através da salvação a todos os homens. Daí, a importância de percebermos a universalidade da salvação.

Muitos cristãos, acreditam estar salvos por causa da sua religiosidade. Esta religiosidade que se desenvolve ao longo dos dias e anos, sob a qual se vai à igreja por rotina, por costume. Tais "cristãos" ainda assim acham-se no direito de julgar os que não conhecem a verdade, ou que se desviaram dela (..)

Grandes hipócritas, enxergam o cisco no olho do irmão, mas não vêem o tamanho da trave na sua frente!

Não importa a denominação, a religião não te salva. Não adianta se esconder atrás de igrejas ou doutrinas e profecias. Deus não está tão
preocupado com a pessoa que você é dentro do templo. Ele quer se relacionar com a pessoa que você é lá fora, ou dentro da sua casa, onde não há ninguém pra impressionar.

Triste religião, que tem impedido pessoas de vários anos de igreja, a realmente conhecerem a Jesus. Existem tantos membros de igreja que dizem ser cristãos, mas, que nunca foram convertidos de verdade, nunca tiveram o verdadeiro encontro com Deus. 

Querido, o caminho não é a religião, nem a igreja... O caminho é Jesus. A igreja é meramente um canal para comunicar ao mundo sobre O caminho. Ele é a verdade e a vida e ninguém vai ao Pai, senão por Ele.

“Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como então poderemos saber o caminho? Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.” João 14: 5-6

Não adianta acharmos que costumes, doutrinas, roupas, comida, música, história, profecias (..) vão salvar alguém. Deus nos quer do jeito que somos. Ele quer nosso coração, problemático, imperfeito, pecador. É lá onde Ele quer habitar. Deus é especialista em receber corações impuros e fazer transplantes espirituais. Quando Deus entra em nosso coraçao ocorre uma mudança de paradigmas e valores. A transformação quem faz é Ele, não nós mesmos. O nosso coração passa a estar sob nova direção, pois é Jesus quem salva e liberta do pecado, não a religião.

Precisamos ter discernimento, falar de Jesus, e deixar Jesus estar em nós, comunicar o Evangelho, anunciar e demonstrar as boas novas. Não existe razão para falar mal da espiritualidade do nosso próximo, pois, só Deus conhece a verdadeira espiritualidade, aquela que está no íntimo de cada pessoa.

Muitos acham que freqüentar a igreja uma ou duas vezes por semana é o suficiente para conhecer a Jesus, e estar em proximidade com Ele, mas não é. Devemos sim colocar Deus em nossa vida, em primeiro lugar, todos os dias. Você só pode conhecer realmente uma pessoa quando você tem intimidade com ela. Isso requer qualidade de tempo em uma convivência dia a dia, com uma boa comunicação. Para conhecermos de fato a Jesus precisamos ter comunicação e comunhão com Ele. Isso vem principalmente através da oração e do estudo diário da Bíblia Sagrada.


Então não é importante frequentar uma igreja? Claro que é importante, mas façamos isso sem deixar aquilo. Deus quer uma casa de oração, mas sem mentiras e sem hipocrisia. 

Frequente, aprenda, busque conhecimento e procure colocá-lo em prática, por amor a Jesus e porque já foi salvo, não para se salvar. Viva na prática a todo o tempo aquilo que prega e estuda. Não seja um hipócrita.

Deus sabe tudo a nosso respeito, e tudo que fazemos as escondidas. Um dia tudo será revelado. Sejamos os mesmos, dentro e fora do templo, para que glória do Pai seja vista em nós. Para que Ele seja exaltado através dos seus servos.

Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.(Isaías 55:6)
Chegará o dia em que Ele estará longe com os Seus. Eu espero que não estejamos longe com a religião e sim com Cristo.

Texto original por Rubem Cruz

FONTE: http://acertandooalvo.wordpress.com/2012/07/05/religiao-nao-salva-ninguem-jesus-sim/

segunda-feira, 24 de março de 2014

Obrigado pelo acesso! Thank you for your visit!

O Graça e Salvação quer agradecer a todos os amigos leitores que em menos de três meses tem nos proporcionado mais de 3.600 acessos. Muito obrigado. Vocês são a razão do nosso trabalho. Que a graça e a paz de Cristo seja sobre vossa vida!

Grace and Salvation thanks all friends readers that in less than 3 month has give us more than 3.600 visits. Thank you so much. You´re the motivation of our efforts. May the grace and peace of Jesus be on your life!


sábado, 22 de março de 2014

A volta de Jesus : Salvação ou Condenação?

“E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;” (Mt.25:31e32) 

O amor de DEUS pelo mundo é tão grande que ao ver que o homem estava se perdendo, através das coisas do mundo e das tentações oferecidas por Satanás, nos enviou o seu Filho unigênito para que não pereçamos e alcancemos vida eterna.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”(Jo.3:16)

O Senhor se manifestou e ofereceu a Si mesmo em sacrifício para aniquilar o pecado do mundo, dando, assim uma chance ao homem de salvar-se através do arrependimento dos seus pecados.

“Não, eu vos digo, antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.”(Lc.13:3)
O próprio Senhor nos alerta que a sua volta se dará em tempo muito próximo, e que devemos, para a nossa salvação, crer no Evangelho e seguirmos os mandamentos e estatutos ali deixados, para nós, pelo Senhor.

“...e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho.” (Mc.1:15)

Não existe outro caminho para alcançarmos a nossa salvação senão Jesus, “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”(Jo.14:6), e é através Dele que chegaremos a Deus. É somente através de uma experiência com Jesus, é que passaremos a conhecê-lo verdadeiramente. Conhecendo o Senhor Jesus, se o buscarmos com sinceridade, seremos libertos de todos os vícios e do mal, “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”(Jo.8:32), num mundo em que cada vez mais imperam as drogas, a prostituição, o homossexualismo, o mal e a violência, só o Senhor pode nos libertar, e, ainda, se confessarmos nossos pecados, com verdadeiro arrependimento, Ele perdoará nossos pecados.

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça."(I João 1:9)
Se você quiser alcançar a vitória deve buscar ao Senhor agora! Jesus nos disse : “Sem mim nada podereis fazer.”(Jo.15:5) Ele nos alerta para a necessidade de busca-lo imediatamente pois sem Ele não alcançaremos a libertação nem a vitória. Ele é o seu melhor amigo.

Pois Ele é que nos irá socorrer e nos proteger nos momentos difíceis da nossa vida. “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.”(Sl.46.1)

Devemos, pois, estarmos prontos para o dia em que o Senhor vier nos buscar, e ninguém sabe em que dia isto acontecerá:“porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite;”(1Ts.5:2), portanto busque já a sua experiência com Jesus, não se deixe surpreender com a volta Dele pois ela poderá ser para sua salvação ou condenação, você é que faz a escolha.

Autor: Pr.Nelson C. Dessart

FONTE: http://vobisloqui.blogspot.com.br/2012/08/a-volta-de-jesus-salvacao-ou-condenacao.html

As marcas de Jesus - Galatas 6:17







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Galatas 6:17

"Daqui em diante ninguém me moleste; porque eu trago no meu corpo as marcas de Jesus".


No caso de Paulo era bem diferente
Mas estas marcas eram apenas marcas físicas. Mas Paulo tinha outras marcas, mais importantes, que eram as marcas espirituais, e que provavam a todos que ele era um verdadeiro crente em Jesus.


Também não importa se somos muito religiosos e acreditamos em Deus. Gandhi, o mais famoso líder que existiu na Índia certa vez disse: “Eu seria cristão hoje, se não fosse o péssimo exemplo dos cristãos de ontem”


4 – Firmeza

Por Carlos A. Oliveira, 2006


O apóstolo Paulo fala aqui de marcas, marcas de Jesus.
Estas marcas de que Paulo fala não são marcas de um cristão simplesmente nominal, mas são marcas que aquele que é um verdadeiro crente, traz em si mesmo.


Muitos pensam que estas marcas a que Paulo se referia eram as suas cicatrizes que ele por causa do testemunho que dava de Jesus, acabou por receber das pedras e chicotadas com que várias vezes foi agredido.


Mas marcas destas, muitos poderão também ter, que muito embora se consideram cristãos, nunca souberam ou conheceram quem verdadeiramente Cristo é.


Existem muitos pelo mundo fora, é verdade, que tem sido presos e torturados por causa do nome de Cristo, mas nós sabemos que alguns deles, não podendo dizer que Jesus salvou a sua alma e que habita dentro deles mesmos.


A condição de Paulo ao escrever esta carta aos Gálatas era de um prisioneiro de Roma e do seu imperador César.


Enquanto Paulo escrevia esta carta, ele podia olhar para as suas cadeias e ver ali marcas, que eram as marcas de César. Nas espadas como nas vestes dos soldados que o guardavam, nas portas da prisão, lá estavam as marcas de César.


Para onde quer que Paulo olha-se estas marcas estavam presentes. Era a prova e o sinal de que o dono e senhor de tudo aquilo era César.


Paulo então ao terminar esta carta aos Gálatas e aborrecido com algumas coisas que se estavam a passar entre eles, queria afirmar veementemente que apesar do seu estado de humilhação em que se encontrava, ele era propriedade de Jesus.


Paulo podia também despir as suas roupas e mostrar as várias cicatrizes e pisaduras, devido aos maus tratos recebidos pelos vários lugares onde passou e falou de Jesus, e estas suas marcas bem se podiam também chamar de marcas de Jesus, pois foi por causa de Jesus que ele as recebeu.


Existem muitos crentes verdadeiros como Paulo, mas que nunca foram perseguidos e maltratados e que por isso não poderão mostrar marcas como aquelas de Paulo.
Uma coisa terão de ter todos os crentes em Jesus.


Marcas espirituais que comprovem a sua identidade como crentes em Jesus.


QUAIS SÃO ESSAS MARCAS?


1 – Conversão


Esta é a primeira marca que o crente deverá evidenciar, seja ele que crente for. Quer seja pobre ou rico, bem formado ou analfabeto, ou tenha ele ou não responsabilidade na igreja.
Conversão não é apenas a crença e aceitação da fé no Senhor Jesus, mas implica numa mudança na sua vida e no seu pensamento.


Todos conhecemos bem a história de Nicodemos. Apesar de ser homem muito religioso e pertencer à mais alta corte dos religiosos em Israel, Jesus teve de lhe dizer: “Tens de nascer de novo”.


Muitos são simplesmente religiosos como Nicodemos, mas não tem uma experiência pessoal com Jesus, não o recebendo ainda no coração podendo dizer: “Ele me salvou! Agora pertenço-lhE e quando morrer irei estar com Ele eternamente”


Se alguém diz que é crente em Jesus e não tem esta marca, que é uma fé firme de que Jesus o salvou ao morrer na cruz do calvário, e de que isso transformou a sua vida, tendo passado a ser uma nova criatura, então esse tal ainda não é um filho de Deus.


2 – Consagração


Esta é outra das marcas que demonstra que pertencemos ao Senhor, a consagração. 


No A.T. quando algo era consagrado ao Senhor, significava que isso pertencia ao Senhor e só podia ser usado em Seu benefício.


A igreja tem vindo a perder o impacto no mundo devido aos crentes serem cada vez menos consagrados.


A igreja primitiva teve aquele grande impacto que nós lemos no livro de Atos dos Apóstolos, porque aqueles crentes eram consagrados ao Senhor.


Se nós hoje fazemos o que os outros também fazem, e vamos aos mesmos lugares onde eles vão, eles não conseguem ver em nós alguma marca de Jesus que nos distinga deles e por isso não nos levam a sério, nem as palavra que possamos dizer.


Aquilo que tem maior força e influência nos descrentes para que venham a crer em Jesus, não é o que dissermos, mas mais o que fazemos.


A Índia é um dos países mais populosos do mundo, onde a maioria está mergulhada na mais profunda  das trevas e idolatria. O que seria se no tempo de Gandhi ele tivesse encontrado cristãos verdadeiramente consagrados?


Certamente que a Índia hoje seria muito diferente.


O mundo pode mudar para melhor se cada um de nós for mais consagrado ao Senhor.


3 – Perseverança


É cada vez mais difícil encontrar nos crentes a marca da perseverança.


Muitos fogem de um compromisso sério com Deus.


Eles vão à igreja mas se tiverem ou sobrar tempo para isso. Quando não existir outra coisa para fazer ou outro lugar onde ir.


Hoje falta-se à igreja pelas mais simples das razões.  Não existe uma verdadeira perseverança.


Sem esta marca o nosso testemunho não será eficaz, e isto é uma prática que não agrada a Deus.


Numa certa igreja havia um jovem crente que era completamente surdo, mas ele ia a todos os cultos.


Certo dia alguém lhe perguntou descabidamente, porque vens a todos os cultos se não ouves uma sequer palavra?


O jovem respondeu muito bem e claramente: É verdade, não ouço uma palavra nem uma só nota musical, mas venho aqui para mostrar a todos de que lado eu estou. Que estou do lado de Jesus e não do lado do diabo.


Quando nós ficamos em casa (não sendo por motivos de força maior) ficamos de que lado?
É muito importante virmos à igreja, ainda que por vezes possamos pensar que não valeu ou vai valer muito a pena.


Uma coisa estamos a fazer. Mostrar perseverança, ajudar outros que lá estarão e mostrando ao mundo de que lado nós estamos.


Outra marca muito importante é a da nossa firmeza. Muitos até são  bons crentes mas perante certas pressões ou circunstâncias não mostram firmeza.


O crente que está bem firmado na palavra de Deus sabe a diferença entre o que está certo e o que é errado. Ele mede bem tudo pela Bíblia e toma sempre posição pelo lado certo.
Certo crente tinha um cargo importante no seu emprego e teve de viajar com seu chefe em negócios para uma outra cidade. Chegada a noite o chefe convidou-o para irem a um lugar. Quando ali chegaram, o crente viu que o local era uma boate, então ele recusou entrar.
O chefe zangado disse que foi ali que fora marcado o encontro com os empresários com quem teriam de negociar e que teria de entrar, senão ficaria sem salário naquele mês.


Mesmo assim o crente recusou-se a entrar e então o chefe o despediu. Este crente ficou desempregado mas não negou a sua convicção. Depois de 6 meses desempregado o Senhor o recompensou dando-lhe um novo trabalho a ganhar o dobro do que ganhava antes.
Não pensemos que com a nossa firmeza no Senhor ficaremos a perder. Deus terá sempre uma recompensa maior para os que são firmes, sempre maior do que aquilo que aparentemente tenhamos “perdido.”


Poderíamos falar de muitas outras marcas que nos podem identificar como pertencentes ao Senhor, mas ficamos por estas 4, que já são suficientes para nos fazerem refletir sobre a nossa conduta.


Se já temos estas marcas, graças a Deus!  Então podemos dizer como Paulo: “Eu trago no meu corpo as marcas de Jesus”


Isto é bom para nós e vai contribuir para a glória de Deus e honra do Seu nome, e certamente para a salvação de almas.


Se porventura tu ainda não tens qualquer marca de Jesus, oxalá ouvindo o que ouviste venhas a examinar-te a ti mesmo e pedir ao Senhor que te ajude a entregares a tua vida a Ele, e que a tua alma seja salva e marcada com a primeira marca que é a do selo do Espírito Santo.


Então depois disso, venhas a possuir e demonstrar todas aquelas marcas que Jesus revelou quando viveu aqui neste mundo. Se queres saber quais são as marcas de Jesus, só o saberás conhecendo mais e melhor o Senhor.


Só assim irás ver e saber quais e quantas são as Suas marcas.
Que o Senhor te ajude a ser cada vez mais Seu imitador, trazendo em ti as Suas marcas, e que elas possam ser bem visíveis.


FONTE: http://www.igevalgeriz.com/index.php?option=com_content&task=view&id=155&Itemid=209     

quarta-feira, 19 de março de 2014

Quantas vezes Deus perdoa?

Deus tem um amor que excede todo o entendimento. Ele pode perdoar aqueles que escolheram viver para Cristo devido aos méritos do Seu sacrifício na cruz.

“E peço a Deus que, da riqueza da sua glória, ele, por meio do seu Espírito, dê a vocês poder para que sejam espiritualmente fortes. Peço também que, por meio da fé, Cristo viva no coração de vocês. E oro para que vocês tenham raízes e alicerces no amor, para que assim, junto com todo o povo de Deus, vocês possam compreender o amor de Cristo em toda a sua largura, comprimento, altura e profundidade.” (Efésios 3:16-18 NTLH)

Devido ao seu grande amor Deus te perdoa quantas vezes forem necessárias, Ele não te nega o perdão. Só cuide para não ficar barganhando com Deus, tipo: “sei que Ele vai me perdoar então vou fazer”. Deus conhece suas intenções.

Muitos cristãos tem experimentado lutas difíceis para vencer certas compulsões. Isso mostra que existem forças interiores que nos puxam para a desobediência. Esta força é o pecado.

“Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz.” (Romanos 7:19-20 NTLH)

Ao pedir perdão tenha certeza de que Deus te perdoará, mas cuide para não cometer o mesmo pecado inúmeras vezes. Peça para que Ele te livre desse pecado, tá?

Veja alguns versos bíblicos que indicam o elevado ideal que Deus tem para você como filho querido dele.

“Mas o firme alicerce que Deus colocou não pode ser abalado, e sobre esse alicerce estão escritas estas palavras: “O Senhor conhece as pessoas que são dele.” E também: “Toda pessoa que diz que pertence ao Senhor precisa abandonar o pecado.”” (2 Timóteo 2:19 NTLH)

“Quem se purificar de todos esses erros de que tenho falado será usado para fins especiais porque é dedicado e útil ao seu Mestre e está pronto para fazer tudo o que é bom.” (2 Timóteo 2:21 NTLH)

“E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações.” (2 Timóteo 3:17 NTLH)

A certeza do amor de Deus por nós e a promessa de vivermos com Ele para sempre nos dá a motivação necessária para vencermos nossos defeitos de caráter. Que Deus lhe ajude neste sentido.

“Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos. É por isso que o mundo não nos conhece, pois não conheceu a Deus. Meus amigos, agora nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabemos o que vamos ser. Porém sabemos isto: quando Cristo aparecer, ficaremos parecidos com ele, pois o veremos como ele realmente é. E todo aquele que tem essa esperança em Cristo purifica-se a si mesmo, assim como Cristo é puro.” (1 João 3:1-3 NTLH)

Que Deus te abençoe e te guarde!

FONTE: http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/perdao/quantas-vezes-o-senhor-nos-perdoa-o-mesmo-pecado-cometo-um-erro-e-me-arrependo-mas-passa-um-tempo-e-infelizmente-falho-no-mesmo-ponto-de-novo-eu-sinto-dentro-de-mim-um-arrependimento-muito-grande-e/

quarta-feira, 12 de março de 2014

Lei, Graça e Salvação


Por Neumoel Stina

Como seres humanos, sempre corremos o perigo de assumir posições extremas. Este perigo ocorre também no âmbito religioso. Sempre quando estudamos a Lei de Deus, precisamos nos precaver de dois erros: 1º) tentar pelos próprios esforços agradar a Deus. Isto resulta numa grande falha que está no senso de justiça própria, onde julgamos obter salvação pelos nossos atos. 2º) é pensar que a fé em Jesus isenta da obediência. Este erro é tão prejudicial como o primeiro. Neste programa vamos tentar compreender este tema tão importante.

Os apóstolos que, inspirados por Deus, escreveram vários livros da Bíblia, nos ajudam a compreender onde está o ponto de equilíbrio neste assunto. Vamos ler o que encontramos em Efésios 2:8 a 10 - "Porque pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feituras dEle, criados em Cristo Jesus, para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas".

Se atentarmos bem para o texto, poderemos ver que a primeira declaração é que somos salvos pela graça de Deus, e este dom não vem de nós. Isto coloca de imediato a verdade, que o ato de salvar a humanidade procede de Deus. A salvação portanto é uma dádiva de Deus para o homem.

A salvação não brota a partir do coração humano. Por mais que uma pessoa seja dada a fazer o bem, por mais que suas obras sejam excelentes, a salvação não vem de si mesma. A Salvação é um ato da graça de Deus. Aí prezado ouvinte, você pergunta: O que é a graça divina? E como esta graça atua em nossa vida?

Graça é definida como favor, misericórdia, perdão. A graça é um atributo, uma característa divina exercida para com os seres humanos. Não a buscamos, porque ela nos foi dada por Deus.

Ao cair em pecado, o homem experimentou as amargas consequências da transgressão. Nessa condição, não havia nada que pudesse fazer para modificar a sua situação. Não fosse a intervenção divina, e a humanidade estaria condenada a uma miserável existência e por fim a morte, sem nenhuma esperança de vida.


A graça de Deus que foi primeiramente oferecida a Adão e Eva, e, por extensão à toda humanidade, provê uma porta de saída para a condição pecaminosa do homem. Deus, sabendo que o homem por si só nada poderia fazer, já havia estabelecido um plano para a salvação, caso o pecado entrasse no mundo.

Deus em sua misericórdia executou fielmente o seu plano, e Jesus veio até nós, pagou o preço que o pecado exigia: a morte. Com Sua vida santa e sem pecado, e com Sua morte em sacrifício, Jesus adquiriu o direito de salvar perfeitamente a todos quantos crerem no Seu nome.

Tudo o que Deus poderia fazer para salvar a humanidade da condição de pecadores, Deus realizou. O sacrifício de Jesus foi perfeito e completo. Sua ressurreição, e ascenção confirmam e provam isto.

Assim, o homem, não poderia fazer nada para se salvar, porque era impossível para ele, mas Deus providenciou de maneira maravilhosa. E esta maravilhosa graça Deus oferece a todos. É um presente divino para humanidade.

Somente um amor inexplicável é capaz de executar este plano maravilhoso e oferecer gratuitamente , sem que precisemos fazer absolutamente nada. Agora, nós que fomos criados com a capacidade de escolher o que queremos para nossa vida, poderemos ou não aceitar este precioso presente divino. Está em nós aceitar ou não este sacrifício de amor.

Afirmamos que receber da graça de Deus a salvação em Cristo Jesus, sem acrescentar a isto qualquer coisa mais, é o único meio que a Biblia apresenta, pelo qual devemos ser salvos .

Agora que entendemos que somos salvos gratuitamente quero perguntar: O fato de termos sido agraciados com a salvação em Jesus, elimina ou isenta a vida de obediência do crente?

A segunda parte do texto lido no princípio esclarece a nossa pergunta. Nos é dito que, somos feitura de Jesus, criados para boas obras, preparadas por Deus para andarmos nelas.

O fato de termos recebido a salvação em Cristo Jesus pela fé, não isenta de termos uma vida de obediência.


Os mandamentos de Deus retratam o Seu plano de vida, a Sua vontade para o ser humano. Deus deseja que sigamos por esse caminho. Justamente é isso que o homem não consegue fazer separado de Jesus. Mas, quando a pessoa aceita a Sua graça salvadora, não só recebe o perdão dos pecados, mas recebe também poder para viver segundo a vontade do Senhor.

Assim sendo, a vida de obediência não compra a salvação. A vida de obediência é uma consequência natural de alguém que está salvo em Jesus.

Em São Mateus 7:20 a Palavra de Deus nos lembra: "Pelos seus frutos, os conhecereis". Uma boa árvore frutífera, bem enraizada, deverá produzir bons frutos. Só saberemos no entanto, se assim é, no momento em que ela produzir.

Com o cristão não é diferente. Sua fé se assemelha à raiz. Não pode ser vista. Mas quando a raiz do cristão está bem aprofundada e bem plantanda em Jesus, os frutos surgirão. Os frutos de uma vida segundo a vontade de Deus, são os frutos da obediência.

Uma vida sem Jesus é uma vida vazia. O problema não está na lei. O problema não está em Jesus. A dificuldade não está na obediência. O problema está quando alguns querem obedecer a lei por suas próprias forças, e pensam com isso estar agradando a Deus e tornando-se merecedores da salvação.

A salvação é um presente de Deus. E presente é de graça. Aqueles que aceitam este precioso presente, que é o perdão divino, passam a viver uma vida de conformidade com a vontade do Senhor. Deus também dá poder para que se possa ter uma experiência vitoriosa.

Quando isso acontece como resultado da presença de Jesus na vida, a obediência não é exercida para salvar. Mas como consequência, como resultado de um coração renovado, e salvo pela graça do Senhor Jesus Cristo.

Quando nos tornarmos semelhantes a Jesus, nossa conduta refletirá o retrato do nosso relacionamento com o Salvador. A obediência não se tornará um fardo, e sim alegria. O cristão sabe que os mandamentos de Deus não são pesados, e que, como um Pai amoroso, que só deseja o bem dos seus filhos, nosso Pai celestial jamais nos pediria algo que não fosse para nos tornar felizes. Que possamos refletir o amor de Cristo, e que nossa vida produza o suave perfume que emana de Jesus.

FONTE:http://www.jesusvoltara.com.br/sermoes/stina35_lei_graca_salvacao.htm

LEGALISMO OU AMOR?



Se você está lutando com o legalismo, não lute abandonando os seus bons momentos. Esta é uma boa advertência que eu me lembro de ter ouvido certa vez de um pastor. Em outras palavras, existe uma tentação de presumir que combater o legalismo é correr das boas coisas, quer seja a leitura da Bíblia ou atos de amor, porque nos enganamos ao achar que elas fazem parte do problema. Todos estão sujeitos a essa tentação. 

Somos bombardeados diariamente com várias escolhas. O que comer, o que vestir, o que assistir, onde estudar e trabalhar, com quem sair. Dessa forma se torna muito fácil confundir princípios com práticas. Uma confusão pode se formar na linha entre realmente viver para a glória de Deus, ou viver atrelado ao legalismo. Mas penso que a dúvida começa com a definição do legalismo.

O que é legalismo. Legalismo é perseguir boas obras com a intenção de conseguir o favor divino. O ponto é salvar a si mesmo. São boas obras sem a crença de que Deus nos justifica pela fé somente. John Piper explica da seguinte forma: “A essência do legalismo é quando a fé não é o motor da obediência”. Quando trabalhamos arduamente para Deus em vista de obtermos seu favor, não estamos operando pela fé. Ao invés disso, estamos afirmando que devemos acrescentar alguma coisa ao trabalho finalizado de Cristo na cruz. Seu trabalho não foi suficiente, portanto, devemos trabalhar para deixá-lo feliz – devemos tomar o trabalho em nossas próprias mãos para sermos aceitos por Deus.

Mas a Bíblia nos diz que somos justificados pela graça através da fé somente, e não é um trabalho nosso, mas um presente gratuito de Deus. Nossa salvação não é, e nunca será, resultado de nossas obras: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus” Efésios 2:8. Não há nada que possamos fazer para ganhar o favor salvador de Deus. Se estamos em Cristo, nós TEMOS o seu favor, sempre!

Eu sei que quando sou tentado pro lado do legalismo, é simplesmente por ambição própria. Eu quero pegar meus bons atos e ficar desfilando com eles para Deus e o mundo. É por isso que Efésios 2:9 é tão importante: “não por obras, para que ninguém se glorie”. O motivo pela qual a nossa salvação é gratuita, é para que ninguém fique por aí se achando. Nossa salvação não é no fim das contas acerca de nós, mas acerca de Deus. Deus faz o trabalho e Ele recebe todo o crédito por isso. O legalista quer fazer o trabalho, merecer o favor e receber a glória por isso.

O que não é legalismo? Aqui é onde a confusão começa a se formar. Igualar a busca pela santidade com o legalismo pode causar um mundo de problemas. Esse erro pode eventualmente levar à projeção de um julgamento sobre os outros ou a uma vida de licenciosidade. Mas perseguir a santidade e viver de forma legalista não é a mesma coisa. Legalismo é uma questão do coração, não obediência a Deus e amor radical ao próximo. Legalismo se dá quando tentamos merecer o favor de Deus, e não quando o seguimos porque fomos salvos pela graça.

Novamente Piper explica: Veja bem, legalismo não é simplesmente a busca pela lei. É a busca da lei pelos motivos errados – com algum outro propulsor que não seja a fé. A lei de Deus DEVE ser buscada. O Filho de Deus “condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Romanos 8:3b-4. Nós devemos buscar o cumprimento da lei – pelo Espírito. Vamos chamar essa boa busca de “obediência pela fé”.

Essa notícia é libertadora. Podemos buscar a Jesus, amá-lo, aprender sobre Deus, e podemos fazer isso como um ato preenchido de obediência pela fé. Quando acordamos pela manhã e nos prostramos desesperadamente perante Deus, é um ato que expressa a nossa necessidade dele. Quando abrimos as nossas Bíblias para ouvir a sua voz, nós o fazemos não porque procuramos a sua aceitação, mas para andarmos em sua companhia.

O que estamos realmente perseguindo? No começo do texto eu citei algumas das escolhas que encaramos diariamente por aí. Com certeza nós temos muitas. Mas por um acaso alguma delas resume o que é seguir a Jesus – coisas como comer ou não comida orgânica ou vestir ou não calça jeans? Nós podemos gastar toneladas de energia em várias atividades, mas Deus nos chama para perseguir algo bem mais incrível, e de alguma forma, mais simples. Ele nos chama para sermos santos: “Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância. Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: ‘Sejam santos, porque eu sou santo’.” 1 Pedro 1:14-16.

Assim como um filho obedece a seu pai, nós somos chamados para sermos crianças obedientes ao Pai celeste. Nós buscamos a Deus porque “não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que nós fomos redimidos da nossa maneira vazia de viver, transmitida por nossos antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo” 1 Pedro 1:18-19. A instrução de Pedro parece guerra: “estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e ponham toda a esperança na graça que será dada a vocês quando Jesus Cristo for revelado.” 1 Pedro 1:13 – o que não é legalismo, mas fé.

Com certeza devemos estar atentos aos perigos de se inclinar para o legalismo. Mas lembremo-nos que a busca por Cristo, especialmente pela guerra contra o pecado, não deve ser negligenciada apenas porque nossos corações são tentados pelo erro. Como podemos combater qualquer tentação? Nós recordamos o que Deus fez através de Cristo e o que ele nos prometeu fazer, que é somente pela sua graça, não por nossas obras.

Isaque Resende - www.cristaoscansados.net
Produtor do Arena do Futuro

sexta-feira, 7 de março de 2014

O FARISEU E O PUBLICANO - Explicando a Parábola de Jesus!





ONDE ESTÁ A PARÁBOLA?
A parábola do  fariseu e o publicano está em Lc 18.9-14.

 RESUMO DA PARÁBOLA

Essa parábola de Jesus foi proferida com o objetivo de atingir alguns homens que “confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros” (Lucas 18.9). Ela mostra a história de dois tipos de homens diferentes, que em um mesmo dia tiveram um mesmo pensamento, que foi o de ir até o templo fazer orações. Jesus faz um contraste entre a oração realizada pelo fariseu, que era um religioso da época e a realizada por um publicano, que era um cobrador de impostos e, por esse fato, era de um grupo muito odiado pelas pessoas e até considerado pecador da pior qualidade. Já explicamos aqui no blog com mais detalhes o que significa fariseu e também o que significa publicano. Se quiser saber mais detalhes leia esses artigos.

ENSINAMENTOS DA PARÁBOLA

Ter uma religiosidade não significa que agradamos a Deus. Essa parábola mostra claramente que a religiosidade que ostentamos em nossa vida não significa nada para Deus se não brotar de um coração sincero e se não for de acordo com a vontade Dele. Observe que o fariseu e o publicano tiveram atitudes de religiosos, pois estavam buscando a Deus em oração, porém, o fariseu, o mais religioso dos dois, é reprovado, pois sua religiosidade – e oração – eram vazias. O publicano não era considerado um religioso, mas tinha um coração que agradava a Deus.
  O orgulho religioso mata nossa vida com Deus. O fariseu mostrou o quanto estava distante de Deus quando exaltou suas próprias obras como sendo, na visão dele, o motivo de Deus o “aceitar” em Sua presença. Porém, ele apenas mostrou o quanto adorava a si mesmo e não a Deus. Observe esse trecho de sua fala: “O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” (Lucas 18.11). Quando Jesus diz que o fariseu orava “de si para si mesmo” mostra que Deus não o ouvia, pois o seu orgulho matara sua comunhão com Deus.

Ter uma visão bíblica de si mesmo é a chave para agradarmos a Deus. O publicano, apesar de não ser um atuante religioso, foi até a presença de Deus com uma visão bíblica de si mesmo e de sua situação corrompida de pecador. De cabeça baixa, batia no peito, clamando pela misericórdia de Deus sobre sua vida. Esse homem mostrou verdadeiro arrependimento e humildade diante da presença santa e gloriosa de Deus. Por isso, Jesus disse que ele foi justificado para sua casa, afinal, agradara a Deus com um coração verdadeiramente religioso.

Nem tudo que parece é. O ensino da parábola se torna muito profundo quando destrói os julgamentos que as pessoas fazem baseadas na aparência das pessoas. O fariseu aparentemente era justo e visto com alta consideração por muitos, mas seu coração hipócrita estava diante de Deus. Ele vivia sob uma capa de hipocrisia, sustentando algo que não vivia de verdade. Já o publicano era visto como o pior dos pecadores, e alguns nem mesmo aceitavam a sua presença buscando a Deus, considerando-o impuro demais para ter “conserto”. Porém, ele se tornou o justo da história!

 E VOCÊ, O QUE APRENDEU COM ESSA PARÁBOLA?

Fonte: http://www.esbocandoideias.com/2013/03/explicando-as-parabolas-de-jesus-o-fariseu-e-o-publicano.html

terça-feira, 4 de março de 2014

É pecado considerar-se salvo?




Você disse que eu afirmar que estou salvo é "um erro gravíssimo; um pecado mortal" e que "ninguém pode afirmar a certeza de sua salvação" pois "a Ele cabe o julgamento de acordo com Seu perfeito discernimento".



Bem, se a justificação fosse por obras, aí sim seria um erro. Como não é, Deus quer que o cristão tenha a certeza. "...para que saibais que tendes a vida eterna". 1 João 5:13 A salvação cristã não é por mérito, como no islamismo, mas um resultado da obra de Cristo, do "sangue de Jesus Cristo, seu Filho, (que) nos purifica de todo o pecado" 1 Jo 1:7, portanto uma vez consumada a obra de redenção, essa salvação está disponível ao que crê. Talvez você deva ler o que respondi a um muçulmano.


Talvez o equívoco esteja em pensar que no juízo final Deus decidirá, mas o problema é que não há salvação no juízo final. É um juízo para distribuição de penas, pois é um julgamento baseado nas obras. E se Deus se basear em nossas obras, quem se salvará? "O mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o hades entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um segundo as suas obras." Ap 20


Um cristão que não tem certeza de sua salvação, ou leva uma vida miserável, por perceber o quanto é falho, ou leva uma vida soberba, por achar que existe em si algo de bom que possa fazer para ser salvo. Caim ofereceu a Deus o fruto do seu trabalho, mas Abel ofereceu a Deus um cordeiro sacrificado. É do segundo que Deus se agradou. O cristão sabe que sua salvação depende do Cordeiro sacrificado, não das obras que são fruto de seu trabalho e de uma terra amaldiçoada por Deus.


>> Você escreveu: S. Tiago (2, 14 - 26): “... Vedes, pois, que o homem é justificado pelas obras; e não pela fé somente. Porque, assim como seu o espírito o corpo está morto, morta é a fé sem as obras".


Sim, o versículo que citou está correto. E tem mais: "Porventura o nosso pai Abraão não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque?"


Só que se formos a Romanos 4 vamos encontrar o contrário:


"Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça".


Será que existe uma contradição na Bíblia? Eu sei que, segundo a doutrina católica, se existir qualquer contradição entre a Bíblia e a Doutrina da Igreja, fica valendo a última (ou seja, a doutrina se sobrepõe em autoridade à própria Palavra de Deus). Mas quando encontramos uma contradição dentro da própria Bíblia, será que não está querendo dizer em Romanos que o assunto é a justificação diante de Deus e não diante dos homens? "Porque se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus". Hmmm... parece que sim. E Tiago, o que diz?


"Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras." Tg 2 Será que aqui não está falando do fruto visível da fé, que é a justificação perante homens (tu tens, eu tenho...)? Porque evidentemente Deus julga os corações e os homens julgam segundo podem ver. "mostra-me a tua fé... e eu te mostrarei...".

FONTE: http://www.respondi.com.br/2008/01/e-pecado-considerar-se-salvo.html

Quando morremos vamos para o céu ou dormimos?



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Quando morremos vamos para o céu ou dormimos? Se quando morremos o sopro de vida volta para Deus, por que Jesus disse ao ladrão que morreu ao seu lado: “ainda hoje estarás comigo no paraíso”?


Querida amiga,



É um prazer ajudá-la a entender um pouco mais da Palavra de Deus.
A primeira coisa que queremos considerar é que “a escatologia bíblica no que tange ao galardão dos justos é que ele ocorre UNICAMENTE por ocasião da volta de Jesus. S.Mateus 16:27; 25:31-34; IITim. 4:8; I S.Pedro 5:4; Apoc. 22:12; I Tess. 4:17, além de inúmeras outras passagens.”
Esse versículo provavelmente deve estar pontuado incorretamente. Isso, porque os manuscritos do Novo Testamento, escritos em grego e em caracteres unciais NÃO TINHAM PONTUAÇÃO.
Na obra “História, doutrina e interpretação da Bíblia, vol. 1, pág. 39, de J. Angus, nos diz que somente no séculoVIII é que foram introduzidos nos manuscritos alguns sinais de pontuação, e que no século IX introduziram-se o ponto de interrogação e a vírgula.
Além de acreditarmos que a pontuação esteja no lugar errado, o versículo contém ainda, desnecessariamente, a partícula “que”. Matos Soares, Basílio Pereira traduzem “Em verdade de digo hoje: estarás comigo no paraíso.”
Mas além disso, o que mais nos leva a acreditar que o ladrão não foi para o paraíso naquele dia?

Bom, em primeiro lugar, outras boas traduções das Escrituras rezam que o ladrão pediu a Jesus que se lembrasse dele “quando vieres no teu reino”. Quando vieres no teu reino e não quando entrares.

Mat. 25:31 diz: “Quando vier…então se assentará no trono…”. Para essa ocasião pediu o ladrão um lugar no reino, e não para aquele dia em que agonizava ao lado de Jesus.
Em segundo lugar, o ladrão, certamente não podia estar com Jesus no paraíso naquele dia, a menos que Jesus lá estivesse também. E Jesus foi para lá naquele dia? Não. Sabe por quê?
a) Porque depois de 3 dias, já ressurreto, disse à Madalena: “Não me toques, porque ainda não subi para meu Pai.” S.João 20:17. Estivera dormindo no túmulo, e não subira ao Pai. Ressurgira, e ainda não subira ao Pai.
b) Porque uma análise cuidadosa da cena do calvário revela que o ladrão não morreu naquele mesmo dia, pois S. João 19:31-33 nos diz: “Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era Preparação (pois era grande o dia de Sábado), rogaram a Pilatos que lhes quebrassem as pernas, e que fossem tirados. Foram, pois, os soldados e, na verdade, quebraram as pernas do primeiro, e ao outro que com ele fora crucificado; mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, Não lhe quebraram as pernas”.

Por que “quebrar as pernas” dos justiçados? Porque o crucificado não morria no mesmo dia. Cristo foi um caso excepcional e sabemos que não morreu dos ferimentos ou da hemorragia, mas de quebrantamento do coração. Morreu de dor moral por suportar os pecados do mundo. Mas os outros não, e as crônicas descrevem o condenado esvaindo-se lentamente durante dias. Por exemplo: “O crucificado permanecia pendurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e sede, sobreviesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes sete.” J.B.Howell, Comentário a S.Mateus.
Terceiro, há traduções autorizadas que vertem o texto o texto de S.Lucas 23:46 de forma a harmonizá-la com o teor da Bíblia a respeito do galardão no reino, quando Jesus voltar.

Exemplos:



a) Tradução Trinitariana, em português, editada pela “Trinitarian Bible Society” de Londres. Diz: “Na verdade te digo hoje, que serás comigo no paraíso.”



b) Emphasized New Testament, impressa em Londres: “Jesus, lembra-te de mim na ocasião em que vieres no Teu Reino. E Ele disse-lhe: Na verdade, digo-te neste dia: Comigo estarás no paraíso.”



c) The New Testament: “Jesus lhe disse: Na verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso.”





d) Concordant Version: “E Jesus lhe disse: Na verdade a ti estou dizendo hoje, comigo estarás no paraíso.”
A conclusão, querida irmã, é de que os mortos dormem mesmo, como afirma a Palavra de Deus em várias ocasiões: I Tess. 4:13-14; João 11:11, 13.
Iremos para o Céu por ocasião da Volta de Jesus, como esperava o apóstolo São Paulo: “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará NAQUELE DIA; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. II Timóteo 4:8.
Qualquer dúvida pode tornar a escrever.

FONTE: http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/morte/quando-morremos-vamos-para-o-ceu-ou-dormimos-se-quando-morremos-o-sopro-de-vida-volta-para-deus-por-que-jesus-disse-ao-ladrao-que-morreu-ao-seu-lado-ainda-hoje-estaras-comigo-no-paraiso/